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Setembro Verde: informação e diálogo podem transformar a espera por um transplante

Com o título “Na espera do transplante, o sonho de continuar vivendo”, campanha da ABREC MS reforça a importância da doação de órgãos e da conversa com a família


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Setembro é um mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e transplantes. Durante o Setembro Verde, a ABREC MS se une à mobilização nacional para ampliar o acesso à informação, incentivar o diálogo entre as famílias e, principalmente, dar visibilidade às histórias de quem aguarda por um transplante e de quem já teve sua vida transformada por ele.


Neste ano, a campanha da Associação traz como título “Na espera do transplante, o sonho de continuar vivendo”. Uma mensagem que representa milhares de pessoas que, enquanto aguardam por um órgão compatível, continuam fazendo planos, construindo histórias e alimentando sonhos para o futuro.


Ao longo do mês, a ABREC MS compartilhará no Instagram @abrecms informações e histórias reais de pessoas que conhecem de perto essa realidade, mostrando que por trás dos números das filas de transplantes existem vidas, famílias e muitos projetos esperando para continuar.


O Brasil é referência em transplantes, mas ainda há um grande desafio


O Brasil possui um dos maiores sistemas públicos de transplantes do mundo e conta com profissionais especializados, centros transplantadores e uma estrutura capaz de realizar milhares de procedimentos todos os anos.


Esse avanço representa uma importante conquista para a saúde brasileira. Entretanto, a capacidade técnica para realizar um transplante é apenas uma parte desse processo. Para que ele aconteça, é necessário que exista um órgão disponível e compatível.


Por isso, mesmo com toda a estrutura existente, muitas pessoas permanecem na fila aguardando pela oportunidade de realizar o procedimento.


No caso da Doença Renal Crônica em estágio avançado, essa realidade é especialmente presente. Muitos pacientes permanecem em tratamento dialítico enquanto aguardam um transplante renal. A diálise desempenha um papel fundamental ao substituir parte das funções dos rins e permitir a continuidade da vida, enquanto o transplante pode ser uma possibilidade de tratamento para pacientes que possuem indicação.


Uma decisão que precisa ser compartilhada


Um dos principais objetivos do Setembro Verde é estimular uma conversa que ainda encontra resistência em muitas famílias: você já contou às pessoas mais próximas que deseja ser doador de órgãos?


No Brasil, a autorização familiar é fundamental para que a doação aconteça. Por isso, manifestar esse desejo apenas individualmente não é suficiente. É importante que familiares conheçam essa decisão e tenham a oportunidade de conversar sobre o assunto.

Informação também ajuda a reduzir inseguranças, esclarecer dúvidas e tornar a decisão mais consciente.


Uma conversa simples dentro de casa pode, no futuro, representar esperança para pessoas que aguardam por um rim, coração, fígado, pulmão ou outros órgãos e tecidos.


Quer ser doador? Conte para a sua família.


O transplante renal e a doação em vida


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Quando falamos sobre transplante renal, também existe outra informação que ainda é desconhecida por parte da população: em determinadas situações, é possível realizar a doação de um rim em vida.


Isso é possível porque uma pessoa saudável pode viver com apenas um rim. No entanto, todo possível doador precisa passar por uma avaliação criteriosa, que considera diferentes aspectos de sua saúde e prioriza sua segurança. O processo também deve atender aos critérios médicos e legais estabelecidos para esse tipo de procedimento.


Quando essa possibilidade existe e todos os critérios são atendidos, o transplante com doador vivo pode reduzir o período de espera e permitir que o procedimento seja realizado de maneira planejada.


Cada situação, entretanto, deve ser avaliada individualmente pelas equipes responsáveis.


Por trás da espera do transplante, existem histórias e um único sonho


Falar sobre transplante não pode significar falar apenas de procedimentos, estatísticas ou listas de espera.


Existem pessoas por trás de cada uma dessas informações.


Pessoas que estudam, trabalham, formam famílias, fazem planos, têm hobbies, desejos e projetos. Pessoas que aguardam um transplante, mas cuja identidade e história vão muito além da condição de saúde.


Da mesma forma, existem aqueles que já passaram pelo transplante e hoje podem compartilhar o significado que essa oportunidade teve em suas trajetórias.


É justamente a essas vozes que a ABREC MS dará espaço durante o Setembro Verde. Ao longo do mês, pacientes transplantados e pessoas que ainda aguardam por um órgão compartilharão suas experiências, expectativas e sonhos.


Histórias reais que ajudam a aproximar a sociedade de uma realidade que, muitas vezes, só se torna conhecida quando chega à própria família.


Informação também pode fazer uma história continuar


A conscientização é uma parte fundamental para que mais pessoas compreendam a importância da doação de órgãos.


Falar sobre o assunto, buscar informações seguras, esclarecer dúvidas e manifestar a própria vontade são atitudes que ajudam a construir uma cultura mais consciente sobre a doação.


Durante todo o mês de setembro, a ABREC MS reforça esse convite: converse com sua família sobre a doação de órgãos.


Para quem espera por um transplante, essa decisão pode representar muito mais do que um procedimento. Pode significar a possibilidade de continuar fazendo planos, celebrando momentos, realizando sonhos e escrevendo novos capítulos.


Acompanhe toda a nossa campanha do mês de setembro no nosso Instagram: @abrecms.

 
 
 

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©2023 por Associação Beneficente Dos Renais Crônicos de MS.

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